No último final de semana, milhões de candidatos em todo o
país submeteram-se ao Exame Nacional do Ensino Médio, o ENEM. Neste ano o tema da redação abordou um assunto polemico: "Publicidade
infantil em questão no Brasil".
Devido à uma resolução, aprovada em abril de 2014, toda publicidade direcionada a crianças com a intenção de persuadi-la ao consumo, passou a ser tratada como abusiva.
A medida foi aprovada por pais, ativistas e entidades , no entanto, emissoras, revistas, fabricantes de produtos infantis entre outros, criticam a medida, defendendo que, a autorregulamentação pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária seria o suficiente para evitar os ditos abusos.
Com isso, observamos o embate: De um lado os defensores da preservação das crianças quanto a sua exposição ao consumismo, coibindo o uso de personagens e linguagem infantil em comerciais e, em contrapartida, àqueles que defendem a ideia de preparar a criança para receber os apelos midiáticos desde a infância e se tornar no futuro um consumidor consciente.
E você? De que lado fica?
Devido à uma resolução, aprovada em abril de 2014, toda publicidade direcionada a crianças com a intenção de persuadi-la ao consumo, passou a ser tratada como abusiva.
A medida foi aprovada por pais, ativistas e entidades , no entanto, emissoras, revistas, fabricantes de produtos infantis entre outros, criticam a medida, defendendo que, a autorregulamentação pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária seria o suficiente para evitar os ditos abusos.
Com isso, observamos o embate: De um lado os defensores da preservação das crianças quanto a sua exposição ao consumismo, coibindo o uso de personagens e linguagem infantil em comerciais e, em contrapartida, àqueles que defendem a ideia de preparar a criança para receber os apelos midiáticos desde a infância e se tornar no futuro um consumidor consciente.
E você? De que lado fica?
Por: Débora Angeli

Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarAcredito que ser for revisto a forma com que eles estão usando a imagem das crianças pode trazer benefícios para o futuro consumidor se tornando mais consciente. Mas sera que é isso que a industrial consumista esta querendo para o futuro , pessoas mais conscientes na hora de consumir ,vejo que isso não vem de encontro com a realidade de hoje onde cada dias somos mais influenciados a consumir e eles nem estão preocupados se vamos ter como manter o básico dentro das nossas casas.
ResponderEliminarFabio Jardel
Isso é um alivio para muitos pais, pois as crianças são facilmente influenciadas por esses tipos de publicidade, e na minha opinião não estão preparadas para esses ataques publicitários, pois a maioria delas não tem nem noção do que é o dinheiro.
ResponderEliminarpor Graison R. K. Neumann
acredito que hoje em dia a tecnologia se tornou um aliado, mas também um vilão, as crianças acabam optando por agirem e gostarem daqui que veem, vem dos pais darem limites, fico impressionada com a falta de controle que vejo hoje em dia, de pais que são "manipulados" pelas crianças, não sei se pelo fato de não estarem sempre junto delas, no momento que podem acabam "fazendo todas as vontades" dos mesmos, o que acaba tornando as crianças mimadas e sem respeito pelos outros, e isso está diretamente ligado ao que as crianças veem nos meios de comunicação.
ResponderEliminarpor Mayara Lemos
Concordo com a Mayara, a geração Z tem sua maneira de pensar influenciada desde o berço pelo mundo complexo e veloz da tecnologia, como informação não lhes falta, estão um passo à frente dos mais velhos, concentrados em adaptar-se aos novos tempos. Cabe aos pais darem limites e impor controle.
ResponderEliminarPor Ana Reis
Concordo com Graisson, pois apesar não conhecerem o que é realmente o dinheiro as crianças são consideradas sensíveis e vulneráveis a publicidade, por isso a propaganda para este público deve ser regulada cuidadosamente.
ResponderEliminarPor Gabriel Müller
Faço da palavras da Mayara as minhas também, as crianças de hoje em dia estão propensas a se tornarem adultos compulsivos sem limites, na minha opinião propagandas direcionas as crianças não poderiam existir pois influencia a mesma a se tornar cada vez mais consumista, sem noção do que é necessidade ou status.
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