O banco quer aproximar as PME portuguesas dos seus clientes internacionais.
O Santander apresentou sexta-feira o que classifica de "uma proposta única no mercado nacional e internacional". Segundo Javier Marín, CEO da instituição que esteve em Portugal para o lançamento do Santander Advance, "este programa conjuga soluções de financiamento, facilita o acesso ao conhecimento, aproxima o talento e proporciona o acesso à internacionalização das pequenas e médias empresas".
O Santander Advance parte da constatação de que o "financiamento não é o único problema que as PME enfrentam". E por isso mesmo conjuga soluções de financiamento com uma oferta não financeira. António Vieira Monteiro, presidente do Santander Totta, explica que além da oferta financeira - que passa por produtos para a gestão diária da tesouraria, mas também por um fundo de 50 milhões de euros para apoiar os capitais permanentes das empresas -, a principal novidade está num programa de soluções não financeiras. "Percebemos que os apoios não podem ser só financeiros, têm de ser alargados, têm de abranger outras realidades", nota Vieira Monteiro.
Emprego, formação e internacionalização são os principais pilares desta iniciativa. O Santander já reuniu mais de 130.000 currículos de profissionais com perfis considerados adequados às diferentes necessidades das empresas, através da plataforma ‘Trabalhando.pt'. Neste portal funciona ainda um programa de bolsas de estágio. Serão 1.500 bolsas para finalistas e recém-licenciados, ao longo dos próximos três anos, num investimento global de 2,5 milhões de euros. Para os profissionais das empresas estão ainda reservadas 6.000 acções de formação gratuitas.
O banco pretende ainda colocar ao serviço das empresas portuguesas a sua presença e experiência internacional. Através do ‘International Desk', as PME nacionais passam a ter acesso a uma equipa de profissionais que farão o acompanhamento do seu negócio nos mercados externos, disponibilizando contactos e todo o apoio necessário em língua portuguesa. O Santander disponibiliza ainda um "passaporte", que poderá ser apresentado junto de qualquer uma das 14.000 agências do banco em todo o mundo: "Queremos que os nossos clientes não sejam uns ‘desconhecidos' para os nossos bancos nos países destino das exportações", explica Javier Marín. Adiantando que: "Não queremos apenas que os nossos bancos locais conheçam e dêem serviço às PME de outros países. Queremos também que os nossos clientes se conectem entre si noutros mercados". O Portal Trade reúne informação e ferramentas para os empresários nacionais possam estabelecer parcerias e captar novas oportunidades de negócio no exterior. Este portal reúne informação de sectores de comércio em mais de 185 países.
Para o ministro da Economia, António Pires de Lima, a iniciativa do Santander surge "num momento em que mais do que nunca é necessário o envolvimento de todos na recuperação da economia nacional". Adiantando que, em 2013, o volume de negócios das PME em Portugal representou 30% do PIB nacional e 60% do emprego que, por isso mesmo, "as PME portuguesas merecem um apoio com esta qualidade e dimensão".
A iniciativa já foi lançada em Espanha, no México e no Reino Unido e chegará aos 14 países onde o Santander está presente. "Estamos convencidos de que o apoio e impulso às PME, um dos agentes mais vulneráveis aos ciclo económico, é a chave para fortalecer a recuperação económica", conclui Javier Marín.
O Santander Advance parte da constatação de que o "financiamento não é o único problema que as PME enfrentam". E por isso mesmo conjuga soluções de financiamento com uma oferta não financeira. António Vieira Monteiro, presidente do Santander Totta, explica que além da oferta financeira - que passa por produtos para a gestão diária da tesouraria, mas também por um fundo de 50 milhões de euros para apoiar os capitais permanentes das empresas -, a principal novidade está num programa de soluções não financeiras. "Percebemos que os apoios não podem ser só financeiros, têm de ser alargados, têm de abranger outras realidades", nota Vieira Monteiro.
Emprego, formação e internacionalização são os principais pilares desta iniciativa. O Santander já reuniu mais de 130.000 currículos de profissionais com perfis considerados adequados às diferentes necessidades das empresas, através da plataforma ‘Trabalhando.pt'. Neste portal funciona ainda um programa de bolsas de estágio. Serão 1.500 bolsas para finalistas e recém-licenciados, ao longo dos próximos três anos, num investimento global de 2,5 milhões de euros. Para os profissionais das empresas estão ainda reservadas 6.000 acções de formação gratuitas.
O banco pretende ainda colocar ao serviço das empresas portuguesas a sua presença e experiência internacional. Através do ‘International Desk', as PME nacionais passam a ter acesso a uma equipa de profissionais que farão o acompanhamento do seu negócio nos mercados externos, disponibilizando contactos e todo o apoio necessário em língua portuguesa. O Santander disponibiliza ainda um "passaporte", que poderá ser apresentado junto de qualquer uma das 14.000 agências do banco em todo o mundo: "Queremos que os nossos clientes não sejam uns ‘desconhecidos' para os nossos bancos nos países destino das exportações", explica Javier Marín. Adiantando que: "Não queremos apenas que os nossos bancos locais conheçam e dêem serviço às PME de outros países. Queremos também que os nossos clientes se conectem entre si noutros mercados". O Portal Trade reúne informação e ferramentas para os empresários nacionais possam estabelecer parcerias e captar novas oportunidades de negócio no exterior. Este portal reúne informação de sectores de comércio em mais de 185 países.
Para o ministro da Economia, António Pires de Lima, a iniciativa do Santander surge "num momento em que mais do que nunca é necessário o envolvimento de todos na recuperação da economia nacional". Adiantando que, em 2013, o volume de negócios das PME em Portugal representou 30% do PIB nacional e 60% do emprego que, por isso mesmo, "as PME portuguesas merecem um apoio com esta qualidade e dimensão".
A iniciativa já foi lançada em Espanha, no México e no Reino Unido e chegará aos 14 países onde o Santander está presente. "Estamos convencidos de que o apoio e impulso às PME, um dos agentes mais vulneráveis aos ciclo económico, é a chave para fortalecer a recuperação económica", conclui Javier Marín.
por inajara mattes
achei bem interessante a noticia do Santander pois se preocupa e da iniciativa para recuperação da economia do mercado que esta agora dando uma crise.
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