Internacionalização
da Amazônia
De fato,
como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da
Amazônia.
Por mais que nossos governos não tenham o
devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Como humanista, sentindo e risco da degradação
ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como
também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade.
Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve
ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do
mundo inteiro.
O petróleo
é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso
futuro.
Apesar disso, os donos das reservas sentem-se
no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu
preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado.
Se a Amazônia é uma reserva para todos os
seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o
desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais.
Não podemos deixar que as reservas financeiras
sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a
internacionalização de todos os grandes museus do mundo.
O Louvre
não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais
belas peças produzidas pelo gênio humano.
Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como
o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um
proprietário ou de um país.
Por
Cláudio Quaresma
A Amazônia deve ser preservada, e se para isso temos que internacionalizar ela, devemos fazer. A diferença entre a Amazônia e o petróleo, é que com a destruição da Amazônia, todos perdemos(ou até morremos). Já no petróleo, a raça humana se tornou dependente dessa matéria, não mais buscando outras alternativas de materiais nos produtos que hoje utilizamos o petróleo. Alguns poucos pesquisadores, muitos estudantes, já desenvolveram alguns materiais que podem substituir o petróleo, mas esbarram na falta de incentivo.
ResponderEliminarDartihliane Borges