Manuela Damasceno
Com
matriz em Joinville, a Tigre tem unidades em dez países e exportações para outros 30, com destaque para o continente Africano.
Negócios
internacionais da Tigre começaram na
década de 70, com uma
fábrica no Paraguai
As patas de tigre estão levando a fabricante joinvilense de tubos e conexões cada vez mais longe, por mercados de todo o mundo. Os saltos da Tigre se destacaram no estudo feito pela Fundação Dom Cabral. Uma grande multinacional brasileira que está presente em mais de 40 países, contando com mais de 8.000 funcionários e 24 fábricas, sendo 10 no Brasil e 14 no exterior e faturou R$ 3,1 bilhões em 2012.
Além da Tigre - Tubos e Conexões, o Grupo é formado pela Pincéis Tigre - Ferramentas para Pintura, a Plena - Acessórios em PVC, a Claris - Portas e Janelas em PVC e a Tigre ADS - Tubos Corrugados em PEAD.
A expansão internacional, a criação de novos negócios e novos produtos são as formas encontradas pela Tigre para manter seu crescimento constante.
A
joinvilense aparece como a mais bem colocada entre as catarinenses,
ocupando a 9ª posição no ranking brasileiro. Se
forem consideradas apenas as indústrias de materiais
de construção, a Tigre fica em 1º lugar.
A companhia também é reconhecida pela sua cultura de valorização das pessoas, relacionamento com seus parceiros e clientes, políticas socioambientais consistentes e, principalmente, inovação.
A companhia também é reconhecida pela sua cultura de valorização das pessoas, relacionamento com seus parceiros e clientes, políticas socioambientais consistentes e, principalmente, inovação.

A Tigre foca em pontos muito importantes, como, valorização das pessoas, políticas socioambientais, inovação, dai seu sucesso.
ResponderEliminarPor: Graison R. K. Neumann