A Fundação Dom Cabral divulgou hoje em evento realizado durante a manhã no seu campus em São Paulo os resultados do Ranking FDC das Multinacionais Brasileiras 2014 – pesquisa realizada pelo Núcleo de Estratégia e Negócios Internacionais da FDC. O estudo, em sua 9ª edição, apresenta um panorama detalhado do processo de internacionalização das empresas brasileiras e traz o ranking das companhias e franquias mais internacionalizadas do Brasil. Este ano, a pesquisa avaliou também a força da marca Brasil na criação de valor internacional, identificando como a marca do país é impactada nos setores de atuação das multinacionais brasileiras no exterior.
por DEISE
Marketing Global
domingo, 7 de dezembro de 2014
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
REPORTAGEM O BOTICÁRIO

De acordo com a reportagem da tentativa do Boticário tentar expardir seu mercado aos outros países, não foi muito agradavél, pois a falta de pesquisa e conhecimento da cultura e gostos de outros povos, não foi realizada, isso fez com que o Boticário perdesse muito dinheiro em um investimento sem retorno. Conforme os pricipios de Marketing Global ´Pode-se definir licenciamento como um acordo contratual pelo qual uma empresa (a licenciadora) coloca um bem a disposicão de outra (a licenciada), em troca de pagamentos de royalties, taxas de licenciamento ou alguma outra forma de remuneração. O bem licenciado pode ser patente, um segredo comercial ou nome de uma empresa.` O Boticario licenciou seu nome, pois aqui no Brasil é um dos maiores produtores de cosméticos, assim então imaginou que teria uma melhora se fosse para outros países, como ja disse pecou em não fazer a pesquisa de campo, não se envolver completamente com os paises que foram implatados o Boticário. Assim os anos se passaram e agora que estão começando a se mexer. É impressionante imaginar que uma empresa de grande porte e conhecimento como o Boticário poderia ter tido tamanha falha.
Está reportagem mostra como uma decisão mal tomada pode acarretar prejuízos a uma empresa, mesmo sendo uma empresa grande, onde não deveriam acontecer esse tipo de erros.
Por: Graison R. K. Neumann
FOGO DE CHÃO
Suculentas picanhas. Deliciosas maminhas. Cupins macios, que desmancham na boca. Fraldinhas no ponto. Lingüiças dos mais variados tipos. Costelas perfeitas. Tudo isso inspirado no tripé qualidade, rapidez e fartura. Foi desta maneira que o tradicional churrasco gaúcho da rede Fogo de Chão deu o que falar. Em português e em inglês, conquistando clientes mais que estrelados, do príncipe do Japão a Gisele Bündchen e Black Eyed Peas, de Bill Clinton, pilotos de Fórmula 1 a David Beckham, e senadores americanos.
A história
Como muitos jovens de Encantado, no interior do Rio Grande do Sul, a 130 quilômetros de distância de Porto Alegre, Arri Coser, aos 14 anos, e seu irmão Jair, aos 19 anos, deixaram em meados dos anos 70 sua terra natal em busca de oportunidade na cidade grande. Seus objetivos não eram diferentes dos de tantos outros moradores das pequenas cidades de colonização italiana da Serra Gaúcha: fazer carreira com a especialidade local, o churrasco. Trabalharam no Rio de Janeiro, primeiro como lavadores de pratos, auxiliares de garçom, garçom, auxiliar de churrasqueiro e, enfim, churrasqueiro. Três anos de árduo trabalho rendeu alguma poupança, e os irmãos decidiram voltar para os pampas e abrir um negócio próprio. Coube a Arri, ir a Porto Alegre verificar as oportunidades de um negócio próprio. Uma sondagem o levou até um ponto de boa estrutura, mas na descendente comercial. Chamava-se Fogo de Chão, churrascaria no bairro Cavalhada, próximo ao rio Guaíba, fundada em 1979. Decididos a passá-lo para frente, os donos só abriam a casa três noites por semana. Era um típico galpão gaúcho, com paredes revestidas em couro e móveis rústicos. Mas, por mais que os irmãos tivessem economizado, o dinheiro não dava. O socorro veio com o pai Ângelo, que inteirou o que faltava com a quantia que poupara ao longo de 50 anos, e dos sócios Aleixo e Jorge Ongaratto.
Nome mantido, cardápio trocado pelo tradicional espeto corrido à gaúcha, que é o rodízio hoje, o restaurante voltou a funcionar em 1980 contando apenas com seis funcionários. Os primeiros tempos não foram fáceis. Quando o Fogo de Chão ainda não passava de uma pequena churrascaria regional, eles tiveram de recorrer à criatividade para driblar a falta de dinheiro. Como não tinham capital de giro, a compra da carne era feita sempre no mesmo açougue. Só no final do dia, depois de apurar o faturamento da churrascaria, eles saldavam a dívida com o açougueiro. Até que, com um ano no local, veio a sorte grande: os irmãos foram procurados para hospedar uma grande festa, a despedida do jogador Falcão, que acabava de ser vendido pelo Internacional para a Roma, da Itália. O evento gerou comentários na cidade toda, e o churrasco da casa virou referência em jornais, rádio e TV. Logo o Fogo de Chão se espalhou para mais dois endereços, um deles em Caxias do Sul.
Rapidamente a rede Fogo de Chão virou referência do bom churrasco. Quem vinha para Porto Alegre passou visitar a rede. Artistas, políticos, esportistas, empresários e jornalistas viraram habitués. Um deles, o crítico de gastronomia Silvio Lancellotti, impressionado pelo serviço e qualidade, assinou artigo na Folha de S.Paulo, sugerindo aos donos que migrassem para São Paulo. Graças a empréstimos bancários e à venda de dois dos três pontos gaúchos, os irmãos deram início a expansão do Fogo de Chão em 1986, ao abrir, em São Paulo, o seu primeiro restaurante fora do Rio Grande do Sul. Localizado em Moema, bairro de alta renda da capital paulista, a filial foi essencial para que os irmãos desenvolvessem uma fórmula que permitisse seu crescimento. Em 1987, com a loja de Moema já ampliada, surgiu a unidade de Santo Amaro - já sob o conceito de churrascaria gourmet e com glamour na comunicação visual, padrão adotado dali em diante. A partir daí, abriram churrascarias sempre em locais de alto poder aquisitivo, ao contrário do que faziam os seus conterrâneos, que montavam restaurantes à beira de estrada. Atenciosos, garçons de bombacha circulavam pelo salão com espetos de picanha, cordeiro, costela, bife ancho, cupim, maminha e lingüiça, sempre churrasqueados à perfeição. Além disso, guarnições deliciosas como farofa, batata rústica, arroz carreteiro e polenta, e o farto bufê de saladas, queijos e frios, esbaldavam os clientes, muito deles estrangeiros que se impressionavam pela fartura de comida. O sucesso era garantido.
A estréia da rede nos Estados Unidos aconteceu em 1997, na cidade de Dallas, no Texas, usando recursos próprios. O restaurante foi saudado pelo crítico Dotty Griffith (do jornal Dallas Morning News) como “The brazilian meat-eaters mecca” (A Meca brasileira dos comedores de carne). A opção de escolher a famosa cidade do Texas para instalar o restaurante em detrimento da Big Apple explica-se pelo fato dos grandes competidores do mercado de carnes do país ser da terra de George Bush pai, que, aliás, se tornou cliente assíduo da casa. Algumas adaptações gastronômicas foram necessárias, começando pela diminuição de sal e de gordura - esta uma marca da rede. Não havia batatas fritas e o coração de galinha caiu fora, já que os ianques não gostaram. Cupim também não existia. Apesar disso, no começo os americanos confundiam o Fogo de Chão com um restaurante de culinária chinesa, em razão da grafia da palavra “chao”. Superado esse obstáculo, a rede deu tão certo que nos anos seguintes foram inauguradas unidades em cidades como Miami, Chicago, Atlanta, Baltimore, Denver, entre outras.
Durante esses anos, a história da rede Fogo de Chão se tornou um case de empreendedorismo, profissionalismo e visão aguçada de mercado. Em 2011, um dos maiores fenômenos na história dos restaurantes brasileiros mudou de mãos. A rede de churrascarias Fogo de Chão foi vendida por US$ 62 milhões pelos irmãos Coser à gestora de investimentos GP, que era sócia com 35% de participação e agora tem 100% do negócio. Os novos proprietários já deixaram claro que serão agressivos na expansão. A expectativa é abrir, pelo menos, três unidades por ano: duas nos Estados Unidos e uma no Brasil. Não está descartada a expansão para o Canadá e para os países asiáticos.
A linha do tempo
1997
● Inauguração de um restaurante na cidade de Dallas, no Texas.
2000
● Inauguração de um restaurante na cidade de Houston, no Texas.
2001
● Inauguração de um restaurante na cidade de Atalanta, na Geórgia.
2002
● Inauguração de um restaurante na cidade de Chicago, em Illinois.
2005
● Inauguração de um restaurante em Beverly Hills na Califórnia.
● Inauguração de um restaurante na capital Washington.
2006
● Inauguração do primeiro restaurante na cidade de Belo Horizonte.
● Inauguração de um restaurante na cidade da Filadélfia, na Pensilvânia.
2007
● Inauguração do primeiro restaurante na cidade de Brasília.
● Inauguração de um restaurante na cidade de Baltimore, em Maryland.
● Inauguração de um restaurante na cidade de Minneapolis, em Minnesota.
● Inauguração de um restaurante na cidade de Austin, no Texas.
2008
● Inauguração do primeiro restaurante na cidade de Salvador.
● Inauguração de um restaurante na cidade de Indianápolis, em Indiana.
● Inauguração de um restaurante na cidade de Miami Beach, na Flórida.
● Inauguração de um restaurante na cidade de Scottsdale, no Arizona.
2009
● Inauguração de um restaurante na cidade de Kansas City, em Kansas.
● Inauguração de um restaurante na cidade de Denver, no Colorado.
● Inauguração de um restaurante na cidade de San Antonio, No Texas.
2010
● Inauguração do primeiro restaurante na cidade do Rio de Janeiro.
2011
● Inauguração de um restaurante na cidade de Las Vegas, em Nevada.
O segredo do sucesso
O segredo para alcançar o enorme sucesso dos dias de hoje está, além da qualidade da carne servida, no treinamento. Nos restaurantes da rede cada garçom é responsável por seu corte. Há o garçom da picanha, da maminha, da costela, assim por diante. Cada um cuida sozinho do processo completo envolvendo o que a rede chama de “a arte do churrasco”, que consiste em salgar, assar e servir. Por isso, toda a equipe é arduamente treinada antes de ter contato com o público. Os garçons aprendem tudo sobre os tipos de carnes, identificam cada corte, têm conhecimento de vinhos e noções de nutrição. Além disso, eles são fluentes em inglês e, claro, entendem tudo de churrasco. Todo esse treinamento busca preservar o autêntico jeito gaúcho de fazer churrasco, por meio da busca contínua de excelência em relação a produtos e serviços. Quando se fala em churrascaria de rodízio, a imagem que vem à mente é a churrascaria de beira de estrada, com um atendimento que quase sempre deixa a desejar. A rede Fogo de Chão sempre buscou o oposto sem perder de vista a cultura gaúcha, diferencial ostentado com orgulho pelos funcionários. A dedicação a essa gastronomia regionalizada já rendeu reconhecimentos. A rede foi eleita a melhor churrascaria rodízio por três anos consecutivos por revistas brasileiras conceituadas, além de ter abocanhado também prêmios pela carta de vinhos servidos em seus restaurantes.
Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação: 1980
● Fundador: Arri e Jair Coser, Aleixo e Jorge Ongaratto
● Sede mundial: São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca: GP Investiments
● Capital aberto: Não
● CEO: Larry Johnson
● Faturamento: US$ 170 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Restaurantes: 24
● Presença global: 2 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 2.100
● Segmento: Restaurantes casuais
● Principais produtos: Rodízio de carnes, saladas e entradas
● Principais concorrentes: Rodeio, Porcão e Steakhouses americanas
● Ícones: Os garçons vestidos com bombachas
● Slogan: O jeito gaúcho de fazer churrasco.
● Website: www.fogodechao.com.br
A marca no mundo
Hoje em dia a rede Fogo de Chão, primeira marca brasileira de gastronomia internacional, possui 24 restaurantes, sete localizados no Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte e Brasília) e 17 nos Estados Unidos (Dallas, Houston, Miami, Chicago, Atlanta, Baltimore, Denver, Kansas City, Minneapolis, Filadélfia, Scottsdale, Austin, San Antonio, Indianápolis, Washington D.C., Los Angeles e Las Vegas), que garantiram um faturamento de US$ 170 milhões em 2010. Atualmente, 60% da receita da rede vêm das unidades americanas. A empresa tem orgulho, em especial, de alguns de seus restaurantes: Chicago, por ser a maior dos Estados Unidos; Brasília, por ser o centro do poder do país; D.C., por estar localizada em um prédio do século XVIII entre a Casa Branca e o FBI; e Beverly Hills, pelo glamour.
Você sabia?
● Nos Estados Unidos a rede utiliza o slogan “The Gaucho Way of Preparing Meat”. A expressão “Fogo de Chão” é utilizada para designar carnes assadas em espetos sobre fogueiras no chão, um costume dos peões que levavam manadas de gado para o local de abate ou em busca de novas pastagens.
● Hoje, uma refeição (rodízio) no Fogo de Chão custa entre R$ 90 e R$ 100, sem incluir bebidas.
Por Daniela petry
Por Daniela petry
Internacionalização das empresas brasileiras cresceu em 2013, diz Fundação Dom Cabral
Construtora Norberto Odebrecht é a companhia com maior presença no exterior
POR JOÃO SORIMA NETO
27/08/2014 11:06 / ATUALIZADO
SÃO PAULO - A internacionalização das empresas brasileiras cresceu 1,6% em 2013 (de 21,3% para 22,9%), segundo levantamento elaborado pela Fundação Dom Cabral (FDC), considerada uma das melhores escolas de negócios da América Latina. O estudo, que levou em conta 66 empresas com operações internacionais, seja através de subsidiárias ou franquias, mostrou que a construtora Norberto Odebrecht aparece em primeiro lugar no ranking, com índice de transnacionalidade de 0,549. Em segundo lugar, ficou a siderúrgica Gerdau, com índice de 0,547.
- Há muito tempo a empresa vem focando sua estratégia no exterior, desde a década de 70, e não se rende a dificuldades econômicas. Não é uma surpresa ter sido a primeira no ranking - disse o professor Sherban Leonardo Cretoiu, do núcleo de estraégia e negócios internacionais da FDC.
O ranking representa apenas uma amostra de multinacionais brasileiras, que concordaram em participar da pesquisa. O levantamento é feito anualmente e leva em consideração os dados de ativos, receitas e funcionários dessas companhias no exterior.
De acordo com o professor Sherban Leonardo, o baixo crescimento da economia brasileira no ano passado, e este ano, elevou a expectativa das empresas com suas operações no exterior. De acordo com o especialista, as companhias esperam, por exemplo, vendas maiores lá fora, e margens de lucro melhores, equilibrando a receita com o desempenho mais fraco por aqui
- É natural que com a economia mais lenta, a expectativa com o exterior fique mais positiva entre aquelas empresas que já atuam em outros países. Aqui, há muitos empresários em clima de expectativa com o país, especialmente com o que virá depois da eleição - disse Sherban.
O especialista lembra, entretanto, que o Brasil é o principal mercado dessas companhias e que o baixo crescimento econômico não é o fator determinante para que elas busquem novos mercados no exterior. Segundo ele, as companhias também estão interessadas em ganhar competitividade, quando cruzam as fronteiras, conhecendo novos processos de gestão e incorporando novas tecnologias.
- O baixo crescimento da economia é apenas um dos fatores que levam as empresas a reforçar ou iniciar operações no exterior. Há fatores que vão além do campo financeiro, como ganho de competitividade - diz Sherban.
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O levantamento mostrou que 65,1% das empresas pretendem expandir suas operações nos mercados em que já atuam no exterior. Outras 44,4% planejam entrar em novos países em 2014, números que vêm se repetindo nos levantamentos anteriores.
Por enquanto, a pesquisa não mostrou intenção dos emrpesários de reforçar investimentos na Europa, mostrou a pesquisa. No ano passado, a Turquia ainda apareceu no radar das empresas, mas este ano nenhum país europeu foi citado. O levantamento mostrou intenção de aumentar operações em países latino-americanos que apresentam crescimento econômico expressico, como a Colômbia, por exemplo.
A América do Sul lidera com 75,8% das multinacionais brasileiras com presença física na região, seguida da América do Norte (66,7%) e Europa (54,6%). Os Estados Unidos e a Argentina são os países onde essas empresas têm maior presença. Entre as 66 empresas do levantamento, 39 possuem operações nos EUA e 33 na Argentina. Mas a Argentina foi o país que mais perdeu empresas brasileiras (cinco) no ano passado, o que pode ser atribuído aos problemas políticos e econômicos.
Lendo essa matéria, percebe-se que as empresas estão buscando novas alternativas fora do país, devido a economia não estar muito estabilizada. Por Aline Tadiotto
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
A importância do posicionamento de mercado
Pessoal, O consultor de Marketing e sócio da BEING, Bosco Couto, destacou em seu blog, o quanto é difícil explicar para as pessoas, em termos de marketing, o conceito de posicionamento de mercado.
Segundo ele, em geral, quando está fazendo um planejamento estratégico ou um plano de marketing e é chegado o momento de definir o posicionamento da empresa o trabalho trava. “Posicionamento é um conceito deveras subjetivo e portanto sujeito a interpretações variadas”, explica ele.
“O problema é que é muito comum as empresas listarem uma série de diferenciais para qualificarem sua corporação, seis , sete, dose adjetivos são citados. Pondero, discuto, mas é difícil para muita gente entender que a empresa será lembrada e reconhecida por uma, duas, no máximo três características de sua ‘personalidade’”, completa o consultor.
Segue texto completo abaixo espero que gostem!

Uma das coisas mais complicadas de explicar para as pessoas, em termos de marketing, é o conceito de posicionamento de mercado. Os diferenciais de mercado e a proposta de valor que vai separar uma empresa dos demais concorrentes é um grande desafio para o nosso trabalho de consultoria.
Geralmente quando estou fazendo um planejamento estratégico ou um plano de marketing e chega o momento de definirmos o posicionamento da empresa o trabalho trava. Posicionamento é um conceito deveras subjetivo e portanto sujeito a interpretações variadas.
Minha metodologia é primeiro definir os diferenciais de mercado, para em seguida escrever o posicionamento, acho mais fácil o entendimento das pessoas quando elas pensam por partes, decupadamente. O problema é que é muito comum as empresas listarem uma série de diferenciais para qualificarem sua corporação, seis , sete, dose adjetivos são citados. Pondero, discuto, mas é difícil para muita gente entender que a empresa será lembrada e reconhecida por uma, duas, no máximo três características de sua "personalidade".
A companhia área mais barata, o carro mais seguro, a melhor carne de sua cidade, o profissional mais experiente. Ser reconhecido por duas características fortes e que entregam valor ao cliente é um desafio enorme. Poucas empresas conseguem este destaque. Nosso grande desafio é descolar nossos clientes de seus concorrentes diretos, conseguir isto é uma arte.
Existe pouca literatura sobre o tema e muitos planejamentos simplesmente negligenciam o assunto, mas se sua empresa não tem um posicionamento definido, ela não tem nada, está solta, não tem uma identidade. Busque algo que sua empresa faz muito bem, que a difira dos outros players e que possa ser um valor para os clientes, sustente esta qualificação e você terá um posicionamento."
Bosco Couto
Por: Francielle Einsweiler
Marketing Comercial
O marketing comercial é feito com ações para gerar aumento de vendas, como campanhas para datas especiais e promoções. O percentual de investimento tende a variar muito de acordo com o segmento da empresa. Empresas que dependem de ações de marketing para vender chegam a investir 10% do faturamento ou até mais. No geral, investir de 3% a 5% do faturamento é um bom patamar.
Seria este o comercial mais fofo de 2014? Pergunta a revista Exame em recente postagem. A empresa investe no marketing comercial e aposta nos bichinhos fofinhos para fisgar o cliente pela emoção.
Por Morgana Quintana.
http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/seria-este-o-comercial-mais-fofo-do-natal-de-2014
Marketing custa caro?
Um Marketing bem aplicado, é essencial e não custa muito, aponta a revista revistapegn.globo.com em reportagem recente. Aplicar em redes sociais, presenciar eventos do ramo, associar-se à grandes marcas, apostar em formatos diferentes, podem fazer toda a diferença na hora de enriquecer o seu negocio.
Por Morgana Quintana.
http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2014/12/como-investir-em-marketing-sem-gastar-muito.html
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